Nas últimas duas semanas, o Valor publicou alguns artigos sobre a atividade do agente autônomo de investimento e a proposta de nova instrução da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) a cerca dessa atividade. Foram diferentes visões, mas nenhuma tocou em um ponto de suma importância: a preparação do agente autônomo de investimento para exercer a atividade que ele deseja.
De acordo com a exigência das instruções vigente e proposta pela CVM, para se tornar um agente autônomo de investimento, o profissional deve ser aprovado em exame de certificação promovido pela Associação Nacional das Corretoras (Ancor) e ter o ensino médio.
Por atuar de perto com agentes autônomos de investimento, posso falar com experiência da necessidade desse profissional se preparar adequadamente para exercer as atividades a que aspira, ou seja, não apenas intermediar a distribuição de produtos de investimento, mas também assessorar seus clientes na escolha do produto que melhor se adapta ao seu perfil de risco, às suas necessidades de liquidez e aos seus anseios de retorno (“suitability”), exigência da própria CVM e da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).
Como professora, coordenadora e sócia de uma empresa de treinamento focada nos diferentes exames de certificação de mercado, conheço as diferenças dos diversos níveis das provas. Tenho, portanto, algumas dúvidas se apenas o nível de educação formal exigida e a prova da Ancor são capazes de assegurar que esse profissional preste a tão desejada consultoria seguindo todas as boas técnicas que tal prática exige. Daí que muitos profissionais estão continuamente buscando aprimoramento.
Como resolver, então, o problema gerado pela nova instrução da CVM, objeto de audiência pública 03/10, que deseja nivelar por baixo todos esses profissionais? A resposta é única: exigindo uma preparação adequada e contínua desse profissional.
No meu entender, deveriam existir talvez três níveis de certificação para os agentes autônomos, assim como na Anbima e no Certificado Nacional do Profissional de Investimento (CNPI). De acordo com o nível de escolaridade do profissional e da aprovação nos exames de certificação, o agente autônomo de investimentos estaria apto a prestar mais serviços aos seus clientes, chegando ao topo, quando seria capaz de assessorá-los nas suas decisões de investimento de uma forma mais completa e manter contrato com diversas instituições financeiras.
Se você vislumbra a possibilidade de haver conflito de interesse entre a atividade de intermediação e de assessoria, fica aqui uma pergunta: quando você fala com seu gerente no banco, o que espera dele? Que ele empurre qualquer coisa ou que simplesmente mostre uma tabela de rentabilidades e não diga nada; ou que ele indique a você o produto correto para a sua necessidade e a realização de seus sonhos? Pense nisso.
Por acreditar que trabalhar com transparência é sempre recomendável, fica aqui outra sugestão. Que tal se o cliente assinasse um Termo de “Disclosure” tomando ciência da forma como o profissional é remunerado e do seu nível como agente autônomo? Sempre há uma saída mais inteligente do que simplesmente proibir e deixar órfãos os milhares de clientes atendidos por esses profissionais. O que não se pode é simplesmente nivelar por baixo todos os agentes autônomos de investimento, pressupondo que ninguém é capaz de dar o atendimento correto e ser ético no seu relacionamento.
Lembro, por fim, que esse profissional é muito importante para o desenvolvimento do mercado de capitais, para que ele atinja a capilaridade necessária para o seu crescimento. Depois de ler e reler todo o texto da audiência pública, fica a impressão de que há uma divergência entre o que a CVM entende que deva ser a atividade do agente autônomo de investimento e o que ela realmente deveria ser. Afinal, esse profissional, enquanto intermediário na operação, tem o compromisso e a responsabilidade de buscar o melhor para o cliente. O caminho a seguir deveria ser a busca pela melhora do nível desse profissional e do mercado como um todo. No mundo do home broker, limitar a ação desses profissionais à simples captação de ordens é condenar à extinção essa profissão.
Divulgado no Valor Econômico de 11/06/2010, em Palavra do Gestor.
agosto 3, 2010 às 3:22 pm |
Adorei seu blog. Achei bastante pertinente além de ser escrito muito bem. Estou ingressando no mercado financeiro e tenho buscado bastante informação sobre essa temática. Seu blog já está aqui anotado. Atenciosamente Henrique Portugal Jorge
setembro 30, 2010 às 1:51 pm |
Henrique,
Fico feliz que você tenha gostado. Adoro escrever e ajudar pessoas. Quem me dera ter mais tempo para me dedicar mais ao blog. Se eu puder te ajudar em algo, estou às ordens.
abs, Lilian
agosto 25, 2010 às 11:26 pm |
Bom dia.
Achei muito instrutivo seu blog. Cai nele por acaso, pois atualmente, estou procurando um Conselheiro Autonomo. Isso e nao vinculado com nenhuma companhia, banco ou sociedade de valores, porque ai sempre existe uma tendencia de puxar aos seus interesses dentro da companhia em que ele trabalha. Busco um conselheiro que trabalha exclusivamente para seu cliente, e nao para a companhia.
Mas onde estao os Verdadeiros Conselheiros Autonomos ?
agosto 26, 2010 às 6:11 pm |
Despina,
Fico feliz que os assuntos do meu blog podem ajudar alguém. Essa é a minha intenção.
Quanto à questão do “Conselheiro Autônomo”, ela transcende a autonomia. É obrigatório que ele seja ético e tenha licença da CVM para atuar em consultoria de investimentos. Eu, por acaso, trabalho na pessoa física como Consultora, sendo remunerada diretamente pelo cliente. Faço um trabalho com muita transparência, atuando nas instituições onde o cliente gosta de trabalhar. Se você quiser conversar mais sobre o assunto, pode enviar um email diretamente para lgallagher@investotal.com.
abs
setembro 28, 2010 às 9:59 pm |
lilian,
adorei o q vc escreveu sobre Agente Autonomo de Investimento. Eu recentemente me tornei AAI e alem da burocracia para abrir uma PJ, vejo que cada vez mais essa profissao esta perdendo espaco por falta de uma regulamentacao mais especifica.
Espero ansiosamente para que a CVM consiga encontrar o caminho certo para a certificacao e regulamentacao do profissional. Acho q nivelar a profissao seria sim uma saida inteligente e mais adequada para tal.
Adorei seu blog…
Obrigada,
Marianna
novembro 28, 2010 às 1:30 pm |
poxa, gostei muito. Sou agente autônomo e quero a sua opinião sobre a abertura de um sindicato de agentes autônomo de investimentos que atenda realmente nossas necessidades. Como em qualquer sindicato, número de registro, carteira de profissional, informativo periódico, site de interação, conteudo de aprendizagem, oportunidades de negócios e boas práticas comerciais, técnicas de negócios além de possíveis convênios com estabelecimento comerciais. Somos em grande número e pelo que tudo indica vai crescer mais ainda, precisamos de uma representatividade a altura de nossa responsabilidade. No momento estamos abandonados e entregues as Corretoras e a CVM, que é pior ainda, além de não fazer nada tem uma certa mágoa, que não entendo o porquê, da nossa classe. Fico no aguardo.
novembro 28, 2010 às 3:21 pm |
Inácio,
Eu concordo com você; precisamos de um órgão que represente os agentes autônomos de investimento. Pensei em criar um, mas depois que descobri que a Apimec representa diferentes categorias de profissionais, inclusive agentes autônomos, me rendi à tentação de criar mais uma associação e aproveitar melhor a Apimec. Foi então que pensei no seguinte:
1. Mapear todos os agentes autônomos do Brasil, com nome e email de cada um.
2. Enviar mensagem para todos se cadastrarem num yahoogrupos.
3. Explicar a todos que uma das funções das Apimecs é representá-los.
4. Uma vez “todos” concordando, propor às Apimecs, cada um na sua região, que crie uma diretoria de agente autônomo de investimento.
Acho que assim fica mais fácil. O que você acha?
Antes de fechar minha mensagem, obrigada por suas palavras.
abs, Lilian
março 16, 2011 às 2:24 am |
Inácio,
Estava fazendo uma revisão no meu blog e relendo sua mensagem, notei que ficou sem resposta. Ao mesmo tempo, tive a impressão de já ter lido e respondido. Se não te respondi, me perdoa, não gosto de fazer isso.
Na verdade, a Apimec, em tese nos representa, embora ela nunca tenha feito nenhuma ação nesse sentido. Outro dia eu comentei com os “novos” presidentes sobre isso e me coloquei à disposição para organizarmos um seminário para a classe. Gostaria da sua participação para dar sugestões.
Fico no aguardo de sua resposta.
abs, Lilian
março 14, 2011 às 4:03 pm |
Oi Lilian,
Fiz a prova da ancor recentemente e ainda estou esperando a minha liberação para iniciar as atividades em uma corretora. Não tenho conhecimento sobre este mercado, como remuneração por exemplo. Sei apenas a respeito da corretora que farei contrato. A remuneração inicial, é apenas uma ajuda de custo e após tres meses apenas comissão. Gostaria de saber como funciona na maioria dos casos essa relação, AAi e Corretora.
Abç
março 16, 2011 às 2:17 am |
Olá Vanessa,
Você tem até sorte. Muitas corretoras nem pagam um fixo para ajudar o começo.
Boa sorte!
Lilian
março 21, 2011 às 11:14 am |
Nao acho que precise ter classificacao de AAI.
Primeiro, porque a experiencia vale mais que a formacao. Principalmente na bolsa de valores. Porque se fosse pela formacao, teria muito economista bilionario. Se a formacao realmente importasse, pra que a pessoa iria virar AAI, ou analista de uma corretora se ele mesmo poderia fazer uma fortuna na bolsa?
junho 7, 2011 às 1:28 pm |
Gordon,
Não me lembro de ter respondido seu comentário e não gosto de deixar comentários sem resposta. Se esse for seu caso, me desculpa. Por já ter passado pela experiência de AAI e estar no mercado de investimentos e de treinamento, posso falar de cadeirinha que há muitos AAIs que ainda precisam de um treinamento formal. A questão de ficar rico, vai além de investir recursos na bolsa. Não adianta investir, tem que investir de forma correta e a educação formal em investimentos, não apenas em economia, evita que o investidor cometa muitos erros.
abril 14, 2011 às 8:21 pm |
Olá boa tarde, tudo bom?
Estou para fazer a prova de Agente Autonomo de Investimento ( ANCOR) e gostaria de tirar uma dúvida.
Eu opero como pessoa fisica normal por uma corretora apenas uma carteira propria nada profissional.
1-) Eu posso diante dos orgãos reguladores receber dinheiro de amigos e operar na minha carteira como se o dinheiro fosse meu? Por conta e risco dos meus amigos e meu proprio?
junho 7, 2011 às 1:31 pm |
Italo,
Não me lembro de ter respondido seu email e não gosto de deixar perguntas sem respostas. Então, vamos lá: você não pode receber dinheiro de seus amigos por dois motivos: 1. Você não tem licença da CVM para atuar na profissão de Administrador de Carteira e 2. Você vai arrumar confusão com a Receita Federal, porque vai estar recebendo “por fora”. Qualquer outra dúvida, estou por aqui e da próxima vez, não vou deixar passar tanto tempo. Boa sorte!
junho 6, 2011 às 11:39 pm |
Oi Lilian,
Estou trilhando o mesmo caminho da Vanessa. Também gostaria de receber orientações sobre o relacionamento entre o AAI e as corretoras. Posso vincular-me a mais de uma corretora? Se tiver tempo, dê mais algumas dicas acerca da profissão de AAI.
Obrigado e grande abraço,
Bruno.
junho 7, 2011 às 1:59 pm |
Bruno,
Na última sexta-feira saiu uma nova instrução de AAI que até agora não parei para ler no detalhe, mas que pode ser encontrada no home page do site da CVM.
Na nova Instrução, o AAI não pode ter contrato com mais de uma corretora. Se você desejar conversar, me chama no skype (liliangallagher).
Um abraço
julho 13, 2011 às 11:25 am |
Ei Lilian,
Primeiro, parabéns pelo blog e o segundo parabéns vai por responder aos questionamentos dos que participam dele. Aproveitando então a oportunidade, gostaria de uma orientação, pois estou interessado na certificação AAI e também na certificação CGA (gestores de investimentos), da ANBIMA. São atividades conflitantes para o profissional?
Obrigado pela atenção dispensada.
Grande abraço,
Marcus Augusto
julho 13, 2011 às 4:02 pm |
Olá Marcus Augusto,
Obrigada por seu comentário, mas vamos ao que interessa. As atividades de agente autônomo e gestor são perfeitamente conflitantes. Um ganha no giro da carteira e o outro na rentabilidade. Logo, a CVM não permite que as duas atividades sejam feitas pelo mesmo profissional. Ou você é agente autônomo ou é gestor.
Não sei se você conhece bem o conteúdo das duas certificações (AAI e CGA). O conteúdo da prova de AAI não é pesado. Já não posso dizer o mesmo da prova de CGA. Essa eu recomendo para quem tem no mínimo um MBA em Finanças ou esteja MUITO a fim de estudar. O conteúdo é bem extenso e profundo. Se desejar saber mais sobre as duas provas, posso dar uma orientação. Dou treinamento para as duas.
Um abraço.
julho 13, 2011 às 4:33 pm
Obrigado Lilian. Agradeceria alguma orientação.
Abraço,
Marcus Augusto
julho 21, 2011 às 7:26 pm |
Boa tarde Lilian gostei do seu texto so fiquei em duvida uma coisa.
estou ingressando agora no mercado financeiro.. tenho 22 anos, tirei a certiicaçao AAI a pouco tempo e faço pos de mercado de capitais e derivativos
Se puder me responda uma coisa o CGA esta um nivel acima do CNPI? o CGA tem autotizaçao pra administrar carteira?
obdo!
julho 21, 2011 às 7:36 pm |
Olá Junior!
O CGA é diferente do CNPI e eu diria que sim, é um nível bem acima. Tudo que cai no CNPI cai no CGA. O CGA é um CNPI com muito mais matéria e é indicado para quem quer ser gestor. Atualmente ofereço o curso preparatório para o CGA na modalidade on line, com tutoria e MUITOS exercícios. Só uma coisa: o agente autônomo não pode fazer recomendação (papel do analista que tem cnpi, nem pode fazer gestão, papel do administrador de carteira, que tem cga. Qualquer dúvida, estou às ordens.
abs,
outubro 12, 2011 às 11:30 pm |
Qual a diferença entre a certificaçao cpa 20 e a de agente autonomo de investimento ?
outubro 13, 2011 às 8:18 am |
O CPA-20 e direcionado para quem deseja trabalhar atendendo o Investidor Qualificado, aquela pessoa que tem mais de R$ 300.000,00 aplicado no mercado financeiro. O Agente Autonomo de Investimento ou e autonomo e tem contratos com instituicoes financeiras ou trabalha na corretora, negociando os produtos da corretora, basicamente acoes. Ele nao e funcionario da corretora, tem contrato com ela. Em breve estarei publicando um artigo aqui no blog sobre as diferentes certificacoes. Aguarde. E desculpa a falta de acentos, estou em um computador sem pontuacao.
abs
outubro 14, 2011 às 10:33 pm |
Olá criei um grupo no Face para debate sobre AAi, segue o link, http://www.facebook.com/groups/aainvestimentos/
outubro 28, 2011 às 12:36 pm |
Olá!
Primeiramente gostaria de dizer que achei excelente o artigo.Parabéns!
A última frase em que você diz que os AAI estao fadados à instição é a mais pura verdade…o AAI deveria ter um papél mais voltado para a consultoria e ensino técnico.
Tenho o CPA20 e ja tive a Ancor,alem de ja ter exercido a profissão por um breve período.
Hoje em dia opero somente para mim mesmo especulando no mercado Forex.
La no exterior a gente vê o futuro e lá a figura do AAI não existe mais.Nem mesmo ordens via telefone são comuns por lá….Utiliza-se muito a o “HomeBroker” deles.(Que é uma plataforma 10.000 anos luz de qualquer HB do brasil)
O Brasil ainda tem muito o que mudar nesta área.
O AAI seria perfeitamente substituído pelo atual CEA ou até mesmo pelo CPA20.
Parabéns pelo artigo novamente!
Abraço,
Leandro
outubro 28, 2011 às 4:28 pm |
Depois de tanto elogio, estou me sentindo a máxima. rsrsrs
Obrigada por suas palavras, apenas falo o que penso.
abs,
novembro 8, 2011 às 2:59 am |
Olá Lilian , meu nome é Luiz , tenho 22 anos, realizei minha certificação de AAI em fevereiro de 2011 e desde então trabalho em um escritório de agentes, eu e meus colegas de trabalho temos interesse em ter um gestor de carteira pois acreditamos que temos demanda pra isso , para isso teríamos que ter alguém com a certificação de CGA correto ? e fora isso teríamos que ter outra empresa aberta, como funcionaria isso ? poderia me esclarecer essas questões do trabalho e certificação do gestor ? e por favor poderia me passar seu e-mail , tenho real interesse em me tornar um gestor mesmo que pra isso tenha que ralar muito. Acredito que o papel do AAI está cada vez mais defasado e próxima do fim mesmo pq não é uma atividade que exige grande conhecimento de mercado e sim conhecimento na área comercial, o problema que vejo é que com a grande concorrência entre as corretoras e o novo sistema de corretagem fixa os clientes acabam fazendo operações sem fundamentos pois muitas vezes não possuem experiencia no mercado e muitas vezes como o AAI depende da corretagem pra viver acaba deixando o cliente operar sem muito juizo, o que acaba acontecendo é que o investidor pessoa física despreparado acaba sustentando todo esse sistema e se traumatizando com a bolsa de valores . Acredito que a profissão de gestor seja muito mais seria pois com ela o investidor apesar de estar assumindo riscos possui muito mais chances de ter retorno na bolsa de valores.
Até logo e aguardo sua resposta por e-mail se possível com um telefone de contato.
novembro 8, 2011 às 9:28 am |
Você esta certo, Luiz. Nao vejo muito futuro na profissão de AAI do jeito que ficou a regulamentação.
Se você gosta de estudar, o CGA e o caminho. Meu email e lilian@liliangallagher.com.br.
Um abraço
novembro 18, 2011 às 6:08 pm |
Sou AAI e gostaria de começar lhe dizendo que concordo com 100% da matéria.
Tenho a certificação de agênte automono de investimentos, habilitação como operador da Bovespa pela Ancor, CPA20, formação Superior além de outros cursos. Já fui gerente de Banco e tenho expêriencia de 15 anos no mercado financeiro e vejo algumas vezes, alguns colegas de profissão mancharem a imagem do AAI por não estarem capacitados para função. É uma função muito importante e de muita responsabilidade e a CVM deveria dispensar mias esforços para garantir segurança e funcionalidade ao Mercado, Profissionais e Clientes.
Você acaba de ganhar mais um leitor. Obrigado pela matéria.
novembro 18, 2011 às 7:43 pm |
Fico feliz que tenha gostado e tenho certeza que você deve fazer um bom trabalho para seus clientes.
Um abraço
dezembro 30, 2011 às 7:02 pm |
Problema de muito AAI é que acabam usando seu conhecimento empírico, deixando de lado seus estudos sobre o mercado. Mercado de capitais é complexo e extenso, se limitar apenas na vivência do dia a dia desta profissão não vai melhorar o profissional em nada.
Concordo muito no ”sistema de níveis” da prova, isso melhoraria muito no conhecimento do profissional para melhor atendimento ao cliente.
É muito comum AAI sem o menor compromisso de educar financeiramente o cliente. Isso é fundamental para o crescimento de pessoas físicas nesse mercado.
dezembro 31, 2011 às 3:17 pm |
Olá Cleber! E uma pena que a CVM nao entenda muito bem a função do AAI e tenha aprvado uma regulamentação meio capenga.
Um abraço e Feliz 2012, com muitas realizações.
Abs